Eleições nos EUA: democratas conquistam 205 cadeiras, contra 123 dos republicanos; acompanhe

Economia, inflação e imigração: o que pode decidir as midterms nos EUA? Os americanos foram às urnas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos para ren...

Eleições nos EUA: democratas conquistam 205 cadeiras, contra 123 dos republicanos; acompanhe
Eleições nos EUA: democratas conquistam 205 cadeiras, contra 123 dos republicanos; acompanhe (Foto: Reprodução)


Economia, inflação e imigração: o que pode decidir as midterms nos EUA? Os americanos foram às urnas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos para renovar todas as cadeiras das Câmaras dos Representantes, equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil. ACOMPANHE: as últimas notícias sobre as midterms MAPAS vão mostrar resultados em tempo real 📊 Até a última atualização desta reportagem, os resultados estavam da seguinte forma: 🔵Democratas: 205 🔴Republicanos: 123 Aguardando resultado: 107 Há 435 cadeiras em disputa na Câmara dos Representantes. Para obter maioria na Casa, um partido precisa eleger 218 deputados. Pesquisas de opinião e agregadores de projeções apontam que o Partido Democrata é favorito na disputa pela Câmara. As projeções indicam que a legenda deve conquistar mais de 230 cadeiras. Caso as projeções se confirmem, o Partido Republicano, do presidente Donald Trump, perderá o controle da Casa. Nas eleições de 2024, os republicanos conquistaram 220 cadeiras. Diferentemente do Brasil, o Congresso dos Estados Unidos é renovado parcialmente a cada dois anos. Quando ocorrem na metade do mandato presidencial, essas eleições são chamadas de midterms, ou eleições de meio de mandato. Os deputados norte-americanos têm mandatos de dois anos, enquanto os senadores têm mandatos de seis anos. Com isso, a cada dois anos, o país renova toda a Câmara dos Representantes e cerca de um terço do Senado. Neste ano, além das 435 cadeiras da Câmara, estão em disputa 35 das 100 cadeiras do Senado. Câmara dos Deputados dos EUA em foto de 20 de outubro de 2023 Jonathan Ernst/REUTERS VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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